O assassinato de um romeiro a Nossa Senhora da Nazaré

Os Registos Paroquiais vão-nos fornecendo informações relevantes. Sem dúvida que esta será mais uma notícia que nos permite questionar o porquê de tal tragédia. O que terá estado na sua origem? Talvez nunca o saibamos mas deixamos o registo para que possamos, pelo menos, tomar conhecimento deste acontecimento trágico em tempos de romaria a Nossa Senhora da Nazaré. «Aos 14 dias do mes de 7.bro [Setembro] 1639 vindo em Romaria M.el de Cuadros seria de idade de 23 annos, cazado, m.or na Cidade de L.ra o matarão no Citio de Nossa Ser.ª da Nazareth está sepultado dentro nesta Matriz dia mes era ut Supra.» ADLRA-Livro de Registo de Óbito, Freguesia da Pederneira, 1639.

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O contributo de Quirino da Fonseca para o conhecimento das embarcações com invocação a Nossa Senhora da Nazaré

Século XIV «Séc. XIV – Reinado de D. Pedro I e D. Fernando I (1357 a 1383) No reinado de D. Fernando I, época em que já vemos bastantes naus prestando serviço entre nós, quer em transportes mercantes, quer em acções militares, uma delas somente, encontramos nomeada, a saber: NAZARÉ (S.TA MARIA DA) Existia em 1382, isto é, em fins deste reinado [D. Fernando] e pertencia a D. Fernando, o que vale dizer que era do Estado e não de particulares. Para aquele tempo, julgava-se grande barco; - “da nossa naao grande sancta Maria de Nazaré” – contêm o diploma que isenta o seu mestre, João Dominguez, de ser constrangido a satisfazer – “aquilo que ele hade pagar em cada ano das nossas casas em que ora mora na cidade de Lisboa”.[1] Fonte: Toda a informação agora apresentada é retirada da obra de Quirino da Fonseca, Os portugueses no mar,…

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